CÍRCULOS DE ACOLHIMENTO FEMININO

Coletivo Mandala

O Coletivo Mandala foi gestado com o objetivo de prestar serviços para a sociedade e para todos os seres vivos, inspirado no princípio de Karma Yoga, de forma que os mesmos consigam transcender as ondas do sofrimento.

Feminino & Natureza

Diante das diversas situações culturais que tem diminuído a força da mulher na sociedade, o coletivo traz como foco questões ligadas ao feminino, sobretudo àquelas relacionadas a saúde da mulher e a sua relação com a natureza.

Acreditamos que com a injeção de energia e informação em encontros de mulheres, através do desenvolvimento e a aplicação de ferramentas adequadas, sobretudo explorando a escuta empática, pode-se iniciar processos de cura pessoal, empoderamento e emancipação das envolvidas.

A formação de grupos femininos são fundamentais para trazer a reconexão das mulheres com a sua própria natureza, assim como reconectá-las à natureza que as cerca.

Por dentro da Mandala

Clique no ícone e leia um pouco mais sobre o Coletivo Mandala

Círculo de Mulheres

Aulas de Yoga e Círculo de Mulheres na Creche Meimei, bairro do Tinga, Caraguatatuba, SP

Quem conduz esta Mandala?

Mara Bianchi, Suse Portes e Karine Nascimento

A Mara é educadora física, instrutora de yoga e especializada em yoga pré e pós natal. Ultimamente está desenvolvendo um trabalho com mulheres para o despertar de um novo feminino que promova o resgate da capacidade criativa que nos habita. É interessada no eu, no outro e no todo.

A Karine é doutora em biologia e desenvolve pesquisas relacionadas às ciências do mar. Também é instrutora (e eterna aprendiz) dos ensinamentos da tradição do yoga. É uma antiga defensora dos recursos naturais e da fauna e flora desse planeta, e uma jovem engajadora em movimentos para a expansão da força feminina no individual e no coletivo.

A Suse é formada em jornalismo, é fazedora de bolos e instrutora de yoga. Curiosa de nascença, sempre se interessou pelos mais variados assuntos. Acredita na participação política como convivência, integração e como campo passível de disputa de espaços e narrativas. Atualmente, está interessada em agregar-se à outras mulheres para falar, ouvir, aprender e juntas encontrar meios de transformar os espaços, tanto o público quanto o privado, para romper com os estigmas impostos pelo patriarcado.